Cegueira
Perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar, o que leva a pessoa a necessitar do Sistema Braille como meio de leitura e escrita.
Desde 1952 promovendo autonomia e inclusão
Além dos serviços de habilitação e reabilitação, promovemos iniciativas, projetos e serviços que contribuem com a maior acessibilidade, inclusão e autonomia de pessoas cegas e com baixa visão.

Conhecer para incluir
Compreender as particularidades é o primeiro passo para uma sociedade verdadeiramente acessível e acolhedora.
Perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar, o que leva a pessoa a necessitar do Sistema Braille como meio de leitura e escrita.
Caracteriza-se pelo comprometimento do funcionamento visual, mesmo após tratamento ou correção. Pessoas com baixa visão podem ler textos ampliados ou usar recursos óticos especiais.
CRV — Centro de Reabilitação Visual
Proporcionamos melhor qualidade de vida às pessoas com deficiência visual e suas famílias, promovendo o desenvolvimento funcional da visão e a independência nas atividades do dia a dia.
Referência para Pelotas e mais 27 municípios da macrorregião sul
Procure a unidade básica de saúde mais próxima e solicite uma consulta para o Centro de Reabilitação Visual Louis Braille. O atendimento abrange 6 cidades da 7ª região municipal e 22 da 3ª coordenadoria estadual.
Cuidado integral
Oferecemos programas de reabilitação integral com atendimentos individualizados e em grupo, respeitando as particularidades, a identidade, a integridade e a história de cada pessoa.
Para todas as idades
Atendimento especializado e gratuito adaptado a todas as idades.
Estimulação precoce para apoiar o desenvolvimento desde os primeiros anos.
Pré-escola e desenvolvimento com acompanhamento especializado.
Apoio escolar e construção de autonomia para crianças e adolescentes.
Reabilitação e preparação para inserção no mercado de trabalho.
Recursos para mais autonomia, segurança e qualidade de vida.
Acolhimento e orientação durante todo o processo de reabilitação.
Nossa história
A Escola Louis Braille foi idealizada pelo Dr. Guilherme Echenique Filho e nasceu como departamento da Biblioteca Pública Pelotense. Sua primeira professora foi uma jovem cega chamada Lory Huber e, a partir de sua contratação, foi realizada uma chamada aos cegos da cidade.
No dia 10 de junho de 1952 a escola foi fundada com apenas 6 alunos. O material didático foi confeccionado em Pelotas com a ajuda de Dona Ignez Figueiredo, que muito colaborou com a escola. Esse material contava com mapas, cartilhas e elementos do gênero, sendo que os aparelhos especializados eram de propriedade de Lory Huber, que tinha uma pequena coleção de regletes e punções para escrever e cubaritmos para os cálculos matemáticos. Na escola, Lory ensinava os alunos a ler, escrever e calcular, além de dar aulas de datilografia, trabalhos manuais, canto e música. Ensinava, em suma, tudo o que sabia. Contava sempre com o máximo apoio do Rotary Club de Pelotas e das autoridades educacionais do município e do estado. Só assim conseguiu levar adiante este grande ideal.
Dez anos após sua fundação, a Escola adquiriu personalidade jurídica própria. Em 1963 passou a funcionar em prédio construído pelo governo, em terreno doado pela cidade na Rua Andrade Neves, 3084, tornando-se de vez essencial para a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Solidariedade transforma
Escolha uma forma de contribuir e ajude a ampliar o acesso gratuito à autonomia e à inclusão.
Seja um doador regular e ajude a instituição a realizar mais atendimentos contínuos.
Destine parte do seu IR para projetos aprovados em leis de incentivo, sem gastar nada!
Faça uma doação pontual e ajude a transformar vidas de pessoas cegas ou com baixa visão.
Tire suas dúvidas
Respostas rápidas sobre atendimentos, apoio e participação.
Visite a instituição
Rua Andrade Neves, 3084 — Centro — Pelotas/RS
Segunda a Sexta-feira, das 08:00 às 12:00 e das 13:30 às 17:30hs.